A Lexiograph atua como estúdio de design full service, isto é, assume o ciclo completo de um projeto visual: da pesquisa que fundamenta as decisões à publicação do produto final. Essa integração elimina as perdas que ocorrem quando estratégia, criação e implementação ficam a cargo de fornecedores distintos.
A oferta organiza-se em 15 campos de atuação, cada um com 5 serviços. Os serviços podem ser contratados isoladamente ou combinados em projetos completos. Em cada item, descrevemos o que o serviço é e quais entregas concretas o cliente recebe.
Todo projeto de design parte de uma compreensão rigorosa do contexto em que a marca ou o produto circula. Nesta etapa, reunimos evidências sobre o cliente, seus públicos e seu mercado, de modo que as decisões visuais posteriores se apoiem em dados, e não em preferências pessoais.
Conduzimos entrevistas e oficinas com a equipe do cliente para compreender objetivos, restrições e expectativas. O briefing, documento que registra o escopo e os critérios de sucesso do projeto, torna-se a referência comum de todas as etapas seguintes.
Investigamos como as pessoas efetivamente percebem e utilizam a marca ou o produto. Combinamos entrevistas, questionários e observação de uso, pois o comportamento real frequentemente diverge do comportamento declarado.
Examinamos a linguagem visual dos concorrentes diretos e indiretos: cores, tipografia, tom e estrutura de interfaces. O objetivo é identificar convenções do setor e, sobretudo, espaços de diferenciação ainda não ocupados.
Benchmarking é a prática de estudar soluções de referência, inclusive fora do setor do cliente, para elevar o padrão do projeto. Selecionamos e comentamos referências que orientam a direção estética e funcional do trabalho.
Inventariamos todos os pontos de contato existentes, como site, redes sociais, materiais impressos e documentos. A auditoria revela inconsistências e lacunas que comprometem a percepção de qualidade da marca.
A estratégia de design traduz os achados da pesquisa em decisões estruturais. Nesse sentido, definimos o que a marca deve comunicar, para quem e com que prioridade, antes de qualquer produção visual, o que reduz retrabalho e assegura coerência ao longo do tempo.
Definimos o lugar que a marca deve ocupar na percepção do público e o modo como a linguagem visual expressa esse lugar. O posicionamento orienta todas as escolhas estéticas subsequentes.
A arquitetura de marca organiza a relação entre uma marca principal e suas submarcas, produtos ou linhas de serviço. Essa estrutura é decisiva em ecossistemas com várias frentes, pois evita sobreposição e confusão de identidades.
O conceito criativo é a ideia central que unifica as peças de um projeto. Desenvolvemos e justificamos rotas conceituais alternativas, para que a escolha final seja deliberada e fundamentada.
Personas são perfis representativos dos públicos, construídos a partir da pesquisa. As jornadas descrevem as etapas que essas pessoas percorrem ao interagir com a marca, evidenciando onde o design pode reduzir atritos.
O roadmap é o plano temporal que ordena as entregas de design segundo prioridade e dependência. Ele permite ao cliente acompanhar a evolução do projeto e alinhar investimentos ao calendário do negócio.
A identidade visual é o conjunto sistemático de elementos gráficos que torna uma marca reconhecível. Mais do que um logotipo isolado, trata-se de um sistema de signos coerente, capaz de se aplicar a contextos muito diversos sem perder unidade.
Distinguimos dois elementos complementares. O símbolo, ou logomarca, é o sinal gráfico da marca. O logotipo é a escrita estilizada do nome. Desenvolvemos ambos e suas combinações, com versões para fundos claros, escuros e tamanhos reduzidos.
Selecionamos famílias tipográficas e cores que expressam o posicionamento e funcionam bem em telas e impressos. A paleta é verificada quanto ao contraste, de modo a garantir legibilidade para pessoas com baixa visão.
Grafismos são elementos visuais de apoio, como padrões, texturas e formas, que ampliam o repertório da marca. Eles permitem variar as peças sem depender sempre do logotipo.
Demonstramos a identidade em uso nos principais suportes do cliente. As aplicações funcionam como prova de conceito, pois revelam se o sistema resiste às condições reais de uso.
O manual da marca reúne as regras de uso da identidade em um documento de consulta. Ele garante que fornecedores e equipes internas apliquem a marca corretamente, mesmo sem a presença do estúdio.
O design gráfico e editorial abrange as peças em que a organização da informação no espaço é determinante. Em publicações, embalagens ou sinalização, a hierarquia visual orienta a leitura e, por conseguinte, a compreensão da mensagem.
Desenvolvemos as peças institucionais de uso cotidiano, como cartões de visita, papel timbrado, envelopes e modelos de documentos. Embora simples, essas peças consolidam a percepção de profissionalismo da marca.
A diagramação é a distribuição de textos e imagens nas páginas de livros, revistas, relatórios e e-books. Um projeto editorial bem resolvido torna documentos extensos agradáveis e fáceis de percorrer.
A embalagem é, muitas vezes, o primeiro contato físico do consumidor com o produto. Projetamos embalagens e rótulos que conciliam apelo visual, informações obrigatórias e viabilidade de produção.
A sinalização orienta pessoas em espaços físicos, como escritórios, eventos e lojas. A ambientação aplica a identidade ao espaço, fortalecendo a experiência de marca no ambiente construído.
Produzimos o conjunto visual de eventos, feiras e congressos. A consistência entre as peças reforça a presença da marca e facilita a orientação dos participantes.
O web design projeta a forma como sites apresentam informação e conduzem o visitante. Como o site costuma ser o centro da presença digital de uma organização, sua estrutura, legibilidade e desempenho têm impacto direto sobre a credibilidade da marca.
A arquitetura de informação define como o conteúdo de um site é organizado, nomeado e interligado. Uma boa arquitetura permite que o visitante encontre o que procura sem esforço, o que reduz abandonos.
Wireframes são esboços estruturais das páginas, sem cores nem imagens finais. Eles permitem discutir a disposição do conteúdo antes do acabamento visual, quando as mudanças ainda são baratas.
Aplicamos a identidade visual às páginas, definindo cores, tipografia, imagens e componentes. O resultado é o layout final de cada página, pronto para ser implementado.
Uma landing page é uma página dedicada a um único objetivo, como captar contatos ou divulgar um lançamento. Seu design elimina distrações e conduz o visitante à ação desejada.
O design responsivo adapta o layout a telas de diferentes tamanhos, do celular ao monitor amplo. Como a maior parte do tráfego atual vem de dispositivos móveis, essa adaptação é condição de usabilidade, e não um acessório.
UX (User Experience, experiência do usuário) designa a qualidade da interação de uma pessoa com um produto. UI (User Interface, interface do usuário) designa a camada visual e interativa por meio da qual essa interação acontece. Em aplicativos e plataformas, ambas determinam se o produto será adotado ou abandonado.
Mapeamos o caminho que o usuário percorre para realizar cada tarefa no produto. A análise dos fluxos revela etapas desnecessárias, ambiguidades e pontos de abandono.
Um protótipo navegável simula o produto antes de ele existir em código. Ele permite testar ideias com usuários reais e validar decisões com baixo custo.
Projetamos interfaces de aplicativos móveis e plataformas web, respeitando as convenções de cada sistema operacional. O objetivo é unir identidade de marca e familiaridade de uso.
Nos testes de usabilidade, observamos pessoas utilizando o produto para cumprir tarefas definidas. As dificuldades observadas indicam com precisão o que precisa ser corrigido.
A acessibilidade garante que pessoas com deficiência consigam usar o produto. Adotamos como referência as WCAG (Web Content Accessibility Guidelines, Diretrizes de Acessibilidade para Conteúdo Web), padrão internacional do setor.
Um design system é uma biblioteca organizada de padrões visuais, componentes e regras que sustenta todos os produtos de uma organização. Ele substitui decisões repetidas por decisões documentadas, o que acelera a produção e preserva a coerência à medida que a equipe cresce.
Tokens de design são variáveis nomeadas que guardam decisões básicas, como cores, tamanhos de fonte e espaçamentos. Ao centralizar esses valores, uma alteração feita em um único lugar se propaga por todos os produtos.
Componentes são peças reutilizáveis de interface, como botões, formulários e cartões. A biblioteca reúne essas peças com suas variações e estados, prontas para compor novas telas.
A documentação explica quando e como usar cada componente e padrão. Sem ela, o sistema tende a ser aplicado de forma inconsistente e perde sua utilidade.
Handoff é a passagem do design para a equipe que vai programá-lo. Preparamos especificações precisas para que a implementação reproduza fielmente o que foi projetado.
A governança define quem pode alterar o design system, como as mudanças são propostas e como são comunicadas. Esse processo mantém o sistema vivo sem que ele se fragmente.
O front-end é a parte do software que o usuário vê e com a qual interage diretamente no navegador. Ao incluir sua implementação, o serviço deixa de terminar no arquivo de design e passa a entregar o produto publicado, o que caracteriza o full service em sentido pleno.
Convertemos os layouts aprovados em código funcional, fiel ao design e responsivo. Adotamos tecnologias leves e padrões abertos, de modo a facilitar a manutenção futura.
Um CMS (Content Management System, sistema de gerenciamento de conteúdo) permite que o próprio cliente edite textos e imagens do site sem programar. Integramos o site a essa ferramenta quando a atualização frequente é necessária.
SEO (Search Engine Optimization, otimização para mecanismos de busca) é o conjunto de práticas que melhora a visibilidade do site no Google e em buscadores semelhantes. Na camada técnica, otimizamos velocidade de carregamento, estrutura de código e metadados.
Configuramos o domínio e a hospedagem do site, incluindo o certificado de segurança que ativa o endereço com HTTPS (Hypertext Transfer Protocol Secure, protocolo seguro de transferência de hipertexto). O cliente recebe o site no ar, sem precisar lidar com a infraestrutura.
Após a publicação, mantemos o site atualizado, seguro e alinhado à evolução da marca. A manutenção evolutiva inclui ajustes, novas páginas e correções periódicas.
As redes sociais exigem produção visual frequente e reconhecível. Por essa razão, priorizamos sistemas e modelos reutilizáveis, que permitem publicar com regularidade sem sacrificar a consistência da marca.
Adaptamos a identidade aos formatos de perfil e capa de cada plataforma, como LinkedIn, Instagram e Facebook. Essas imagens são a primeira impressão da marca em cada canal.
Templates são modelos editáveis que padronizam os posts. Eles reduzem o tempo de produção e garantem que todas as publicações pareçam parte de um mesmo sistema.
Carrosséis são sequências de imagens deslizáveis em um único post. Por permitirem desenvolver uma ideia em etapas, são especialmente adequados a conteúdos explicativos e educativos.
Stories são publicações verticais e temporárias. Reels são vídeos curtos verticais. Ambos exigem linguagem própria, pensada para consumo rápido em tela cheia no celular.
Reunimos as peças necessárias para lançar uma marca, produto ou campanha nas redes sociais de modo coordenado. O kit assegura que todos os canais comuniquem a mesma mensagem ao mesmo tempo.
Motion design é o design gráfico em movimento. A animação acrescenta à linguagem visual a dimensão do tempo, o que permite explicar processos, conduzir a atenção e conferir personalidade à marca de forma que imagens estáticas não alcançam.
Animamos o símbolo e o logotipo para aberturas de vídeo, apresentações e redes sociais. A animação reforça a identidade e cria uma assinatura reconhecível em conteúdos audiovisuais.
Vídeos explicativos traduzem produtos, serviços ou conceitos complexos em narrativas visuais breves. São particularmente eficazes para tecnologias de difícil compreensão imediata.
Produzimos peças animadas curtas para redes sociais, como posts em movimento e vinhetas. O movimento aumenta a retenção da atenção no fluxo de conteúdo.
Editamos gravações brutas, como entrevistas, palestras e depoimentos, aplicando a identidade visual da marca. A edição inclui cortes, legendas, letreiros e tratamento de cor.
Microinterações são pequenas animações de interface, como a resposta de um botão ao clique. Elas comunicam ao usuário que sua ação foi reconhecida, tornando o produto mais claro e agradável.
A imagem é um dos vetores mais potentes da identidade de uma marca. Trabalhamos tanto com produção autoral quanto com ferramentas de inteligência artificial, sempre sob o princípio human in the loop, segundo o qual a decisão final e a curadoria permanecem com uma pessoa.
Criamos ilustrações exclusivas, alinhadas à identidade da marca. A ilustração autoral diferencia a comunicação, pois substitui imagens genéricas de banco por um repertório próprio.
Iconografia é o conjunto de ícones de uma marca ou produto. Ícones consistentes entre si facilitam a navegação e reforçam a unidade visual das interfaces.
Definimos a linguagem fotográfica da marca e orientamos as produções. A direção abrange enquadramento, luz, cenário e tratamento, garantindo que as fotos dialoguem com a identidade.
Tratamos e editamos fotografias e imagens para uniformizar cor, luz e qualidade. O tratamento consistente faz com que imagens de origens diversas pareçam pertencer a um mesmo conjunto.
Utilizamos IA (inteligência artificial) generativa para explorar e produzir imagens, sempre com seleção, ajuste e validação humanos. Esse método combina a velocidade da máquina com o critério estético e ético de quem projeta.
Apresentações e documentos são frequentemente os artefatos decisivos em negociações, captações e relações institucionais. Quando bem projetados, transformam informação densa em argumento claro e, por conseguinte, em decisão.
O pitch deck é a apresentação usada para expor um negócio a investidores ou parceiros. Estruturamos a narrativa e o design de modo que cada slide sustente um passo do argumento.
Desenvolvemos apresentações que comunicam quem a organização é, o que faz e como trabalha. Elas servem a reuniões comerciais, eventos e integração de novos colaboradores.
Infográficos são representações visuais de dados e processos. Aplicados a relatórios, tornam números e análises compreensíveis de imediato, inclusive para leitores não especialistas.
A proposta comercial é o documento que formaliza uma oferta ao cliente. Um design claro valoriza o conteúdo, facilita a comparação e transmite rigor profissional.
Criamos modelos de documentos e slides com a identidade aplicada, para uso cotidiano da equipe. Os templates evitam que cada pessoa improvise seu próprio formato.
Este campo reúne a produção visual a serviço das ações de marketing. A estratégia, a compra de mídia e a análise de resultados ficam a cargo da área de marketing, enquanto o design assegura que cada peça seja eficaz, coerente e fiel à marca.
Criativos são as peças visuais veiculadas em anúncios pagos, em plataformas como Google, Meta e LinkedIn. Produzimos variações que permitem comparar o desempenho de diferentes abordagens.
Desenvolvemos o conjunto visual de uma campanha a partir de um conceito único. Esse conjunto garante que a mensagem seja reconhecida em qualquer canal em que apareça.
Projetamos modelos de e-mail compatíveis com os principais programas de correio, que costumam exibir o mesmo e-mail de formas distintas. O layout prioriza leitura rápida e uma chamada para ação evidente.
Mídia display é o anúncio gráfico exibido em sites e aplicativos, geralmente em formatos padronizados. Produzimos os banners em todos os tamanhos exigidos pelas redes de anúncio.
O ponto de venda é o local onde o consumidor decide a compra, físico ou digital. Os materiais para esse ambiente, como expositores e cartazes, influenciam a decisão no momento final.
A identidade de uma marca também se expressa em palavras. Nome, tom e textos de interface compõem a dimensão verbal da marca, que deve ser tão coerente e projetada quanto sua dimensão visual.
Naming é o processo de criação de nomes para marcas, produtos ou serviços. A tagline é a frase curta que acompanha o nome e sintetiza a proposta da marca.
O tom de voz define como a marca fala: seu grau de formalidade, seu vocabulário e sua atitude. Um tom bem definido torna a marca reconhecível mesmo quando o logotipo não aparece.
UX writing é a redação dos textos que aparecem dentro de produtos digitais, como botões, mensagens de erro e instruções. Textos claros nesses pontos reduzem dúvidas e erros de uso.
Copy é o texto com finalidade persuasiva ou informativa. Escrevemos os textos de sites e landing pages em sintonia com a arquitetura de informação e o design das páginas.
O guia editorial reúne as regras de escrita da marca, como grafia de termos, uso de siglas e padrões de formatação. Ele assegura uniformidade entre textos produzidos por pessoas diferentes.
O design não se encerra na entrega. Marcas e produtos evoluem, e a qualidade do sistema visual depende de medição, cuidado contínuo e capacitação das pessoas que o utilizam no dia a dia.
Definimos indicadores que mostram se o design cumpre seu papel, como taxa de conclusão de tarefas e satisfação dos usuários. A medição transforma impressões subjetivas em evidências para decisão.
No teste A/B, duas versões de uma página ou peça são exibidas a grupos distintos de pessoas. A comparação dos resultados indica, com base em dados, qual versão funciona melhor.
Organizamos e mantemos atualizado o acervo de arquivos da marca, como logotipos, imagens e modelos. Um acervo centralizado evita o uso de versões antigas ou incorretas.
Capacitamos as equipes do cliente para aplicar a identidade e usar os modelos corretamente. O treinamento amplia a autonomia interna e preserva a qualidade da marca no cotidiano.
Estruturamos o processo pelo qual peças e alterações são revisadas e aprovadas antes da publicação. Fluxos claros reduzem retrabalho e evitam que materiais inconsistentes cheguem ao público.
Indique os campos e serviços que interessam à sua organização. A partir disso, preparamos uma proposta sob medida, com escopo, cronograma e investimento.
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